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Conselhos do Ministério da Saúde para um Verão em Segurança

Por mais cuidados que tenhamos nesta época de Verão, todos são poucos. Por isso devemos ter cuidado e proteger-me-nos a nós e a todos quantos nos são próximos…

Chegou o Verão, a estação do ano que mais convida a actividades ao ar livre. É também nesta altura que a esmagadora maioria da população aproveita para gozar as suas férias. É, no entanto, uma altura do ano que tem algumas situações de risco específicas que importa conhecer para melhor poderem ser prevenidas.

Verao

No mar, nos rios, lagoas, albufeiras, piscinas, tanques de água e poços sem muros de protecção podem acontecer afogamentos. Este tipo de acidente é, infelizmente, frequente, pelo que:

– Junto a qualquer local com água, tenha especial atenção e vigie atenta e permanentemente as crianças. Utilize dispositivos de segurança (bóias e braçadeiras) adaptados à idade da criança e ensine-a a nadar o mais cedo possível;

– Opte sempre por frequentar praias devidamente vigiadas;

– Não mergulhe em locais desconhecidos;

– Respeite as bandeiras das praias e as indicações dos nadadores-salvadores;

– Evite refeições pesadas e a ingestão de bebidas alcoólicas. Após uma refeição, aguarde três horas antes de entrar na água.

As queimaduras solares constituem um perigo com consequências nefastas para a sua saúde. Evite a exposição prolongada ao sol e, sobretudo, tenha em atenção a necessidade em:

– Evitar a exposição solar entre as 11 e as 16 horas;

– Proteger os bebés com menos de um ano de idade, uma vez que não devem ser expostos ao sol;

– Usar sempre protector solar com um índice adequado à idade e ao tipo de pele de preferência superior a 30;

– Aumentar a ingestão de líquidos (água ou sumos de fruta naturais, sem adição de açúcar).

– Evitar as bebidas alcoólicas e com elevados teores de açúcar;

O calor pode favorecer a proliferação de micro-organismos nos alimentos. Deste modo, as toxi-infecções alimentares são uma situação mais frequente no Verão, pelo que se aconselha a:

– Consumir preferencialmente alimentos frescos e cozinhados na hora e no caso de ter dúvidas sobre a proveniência dos mesmos não os consumir;

– Lavar bem os alimentos e não deixar fora do frigorífico aqueles que devem ser refrigerados;

– Lavar bem as mãos antes e depois de manusear alimentos. Ter o mesmo cuidado com os utensílios utilizados na preparação: talheres, tábuas de cozinha, bancadas, etc.;

– Respeitar os prazos de validade dos produtos e acondicionar correctamente os alimentos.

Quando passar férias fora de casa tenha em atenção que está num ambiente novo para si. Por outro lado, as férias convidam também à realização de actividades que envolvem riscos. Tenha, por isso, em atenção a oportunidade em:

– Fazer sempre uma inspecção ao local onde se encontra, tendo em atenção a localização de escadas, a existência de tomadas eléctricas e as zonas de armazenamento de produtos que possam apresentar riscos para as crianças (por exemplo de uso agrícola);

– Verificar os espaços exteriores, procurando identificar situações de perigo potencial (como poços, albufeiras, abismos, etc);

– Utilizar o equipamento de protecção adequado (capacete, joalheiras e cotoveleiras) ao praticar desportos como ciclismo, skate, patins ou trotineta, de preferência em locais próprios para a prática destes desportos;

– Ter cuidado com os churrascos. Faça-os, apenas, em locais apropriados e de forma a evitar acidentes e o risco de incêndio;

– Ter em atenção as picadas de insectos. Use repelente se passar muito tempo no campo;

– Não deixar as crianças comerem bagas ou sementes de plantas desconhecidas.

Tenha um Verão em segurança. Boas férias!

Informação retirada do site da Direcção Geral de Saúde

Actividades de Verão

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Brincar na água em Segurança…

água em segurança

O afogamento na criança, ou acidente por submersão, é um acontecimento trágico, rápido e silencioso, que pode ocorrer em muito pouca água.

Ocorre em ambientes familiares como a banheira, tanque de roupa ou rega, poço, fossa, piscina, lago de jardim, rio, praia ou mesmo baldes e alguidare

10 Conselhos Rápidos para Evitar os Afogamentos de Crianças

1. Perto da água, não perca as crianças de vista nem por um segundo.

2. Dificulte o acesso das crianças aos locais com água: vede ou cubra piscinas, lagos, tanques, poços e fossas.

3. Nunca deixe uma criança de 3 ou 4 anos sozinha na banheira durante o banho.

4. Despeje toda a água de baldes, alguidares e banheiras logo após a utilização.

5. Coloque sempre às crianças braçadeiras em águas paradas, transparentes e pouco profundas ou um colete salva-vidas em águas agitadas, turvas ou profundas.

6. Escolha praias e piscinas vigiadas e cumpre a sinalização.

7. Ensine as crianças a nadar, mas mantenha a vigilância.

8. Ensine as crianças a nunca irem nadar sozinhas e não mergulhar de cabeça sem conhecer bem a profundidade da água.

9. Aprenda a fazer reanimação cardio-respiratório, esse gesto pode salvar uma vida.

10. Em Férias, redobre a vigilância. O primeiro dia e o final da tarde são os momentos em que acontecem mais afogamentos.

Esteja preparado para evitar o acidente. Deixe as crianças brincar na água, em segurança. Leia atentamente as recomendações que se seguem:

Vigie activamente e em permanência as crianças na água

  • Não espere ouvir barulho. Uma criança não esbraceja nem grita quando cai à água: afoga-se em silêncio absoluto.
  • Se houver água por perto, não perca as crianças de vista nem por um segundo;
  • Durante o banho, nunca deixe uma criança com menos de 3 anos sozinha na banheira; não atenda o telefone nem a porta. Despeje a água da banheira imediatamente após a utilização;
  • Esvazie baldes e alguidares, logo após a utilização.
  • O álcool pode interferir com o seu estado de vigília e com a sua capacidade de nadar. Se está a vigiar crianças, mantenha-se sóbrio.
  • Escolha praias e piscinas vigiadas
  • Localize o nadador salvador e informe-se sobre as precauções que deve tomar. Cumpra a sinalização.

Vedações

  • A existência de uma boa vedação diminui para metade o número de acidentes por submersão nas piscinas.
  • Vede a sua piscina, tanque de rega ou o lago do jardim. Cubra adequadamente os poços e as fossas. É importante dificultar o acesso das crianças pequenas à água através de barreiras físicas.
  • Para ser eficaz, a vedação não deve permitir a passagem de uma criança por cima, por baixo ou através dela (recomendações técnicas para vedações de piscinas)
  • Há outras barreiras físicas tais como o abrigo e a cobertura rígida, electrónica ou manual, mas deverá assegurar-se de que estão sempre fechadas quando não está nenhum adulto a utilizar a piscina. As coberturas maleáveis não são indicadas para evitar o afogamento uma vez que facilmente acumulam água, ou poderão permitir que uma criança escorregue por baixo delas;
  • A colocação de um alarme, mesmo com vedação, pode ser um bom auxiliar da vigilância, no caso da criança conseguir transpor as barreiras físicas. Não se esqueça de verificar regularmente o seu bom funcionamento.

Utilize auxiliares de flutuação

  • Os coletes de salvação e as braçadeiras facilitam a flutuação, mas não substituem nunca a vigilância activa do adulto. Estima-se que 85% dos afogamentos em acidentes com barcos poderiam ter sido evitados se a vítima utilizasse colete de salvação.
  • Em águas agitadas, turvas ou profundas, quando andar de barco ou praticar desportos náuticos, coloque sempre à criança um colete de salvação adequado ao seu peso e tamanho. Este colete deve obedecer às normas de segurança europeias e não pode ser insuflável.
  • Coloque sempre braçadeiras bem ajustadas, em águas paradas, transparentes e pouco profundas.
  • As bóias e colchões insufláveis são perigosos e não devem ser usados por crianças. Viram-se facilmente ou podem ser arrastados pelo vento.

Ensine as crianças a nadar

  • As aulas de natação melhoram a competência da criança na água, embora não se deva confiar nas suas capacidades para se salvar antes dos seis ou sete anos. Lembre-se também que saber nadar de fato de banho não é o mesmo que cair à água vestido e com sapatos.

Em Férias

  • Em férias, redobre a vigilância. O primeiro dia de férias e o final da tarde são as alturas em que acontecem mais afogamentos.
  • Informe-se previamente na sua agência de viagens sobre as condições de segurança na água no seu destino de férias.
  • Quando chegar, e antes de desfazer as malas, inspeccione o local onde vai viver nos próximos tempos, verificando o acesso a  piscinas, lagos, tranques, poços, rios ou mar.
  • Localize o telefone que vai utilizar e coloque o número de emergência e a morada de férias em local visível.
  • Utilize embarcações aquáticas em segurança
  • Respeite e faça respeitar as zonas de banhistas. Jovens com menos de 16 anos não devem conduzir embarcações pessoais como motos de água ou outras. Lembre-se que o colete de salvação deve ser sempre utilizado.

Ensine à criança comportamentos seguros na água:

  • Nunca nadar sozinha;
  • Nadar paralelamente à margem;
  • Nunca mergulhar de cabeça sem saber bem qual a profundidade da água ou se existem rochas ou desníveis no fundo; não mergulhar em pontões;
  • Nunca atrapalhar outras crianças com brincadeiras perigosas (submersão da cabeça, empurrões para a água…).

O sol pode provocar queimaduras graves na pele.

  • Aplique protector solar adequado às crianças antes de sair de casa e renove a aplicação com frequência. Evite a exposição solar entre as 11h e as 16 horas.

A sua atitude pode salvar a vida de uma criança. Prepara-se. Se ocorrer um acidente por submersão e a criança parar de respirar, saiba como agir:

  • Tenha um telefone portátil à mão ou localize previamente o telefone mais próximo;
  • Se possível, alerte o nadador salvador;
  • Chame o 112 e dê indicações precisas sobre o local onde se encontra;
  • Se souber, inicie a reanimação cardio-respiratória e mantenha-a até à chegada da ambulância.
  • Em caso de paragem cardio-respiratória devido a um acidente por submersão, o início imediato da reanimação cardio-respiratória é fundamental. Tire um curso de socorrismo.

A sobrevivência e a qualidade de vida dependem do estado da criança nos primeiros 10 minutos. As sequelas podem ficar para toda a vida e dependem do estado da criança ao chegar ao hospital.

Esteja preparado. Você pode salvar uma vida.

Informação retirada do site da Associação para a Promoção da Segurança Infantil

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